segunda-feira, 17 de maio de 2010

Si matar não é só sinônimo de burrice. Mas também é prova de covardia.

Um dos maiores horrores nas decisões desesperadas que o ser humano pode cometer é o de tirar a sua própria vida. por quê? vejamos pelo lado humano da situação: Tirando a própria vida, ele se recolhe a um casulo e nunca nem nada o fará sair dali, é o fim, tudo se acabou. Mais algo terá que ser feito! O problema não teve fim, só terá um outro desfecho, outro personagem dará um jeito. E o suicida não terá deixado, a não ser, e seu nome mau falado para vergonha também de seus pares e seguidores. Agora vejamos pelo lado filosófico da situação: O ser humano é o senhor do seu presente e do seu futuro. Deve ele se tornar o transformador de tudo, fazer acontecer, transformar o que não é bom em uma coisa boa e comum a todos de sua espécie. Cabe ao ser humano ser a mente progressiva o nutriente o poderoso criador do futuro. Não cabe a ele ser humano, ser o fugitivo, o não restaurador, o não articulador, o que cria e depois foge para não ver o que criou! o que criou e depois fugiu para não consertar o que não deu certo. Ou melhor, criar o monstro e se deixar ser devorado pela criatura. Deve ele ser o explorador e descobridor, colocando tudo a seus pés, sob seu total domínio. E agora vejamos pelo lado religioso reencarnacionista: O espírito é eterno só o corpo e perecível. A mente humana é um composto de impulsos espirituais a mente perispiritual que se conecta diretamente ao cérebro do ser carnal formando assim o ser humano por completo. Por tanto quando matamos o nosso corpo os problema não acabam, pelo contrario, ai que eles se agravam. Ao se "matar" o pobre desenformado cria para si uma espécie de culpa/cumulativa um trauma progressivo que o leva as raias da loucura espiritual, por não ter conseguido, por não ter persistido, por ter desistido e ter sido tão fraco. Infelizmente o ser humano não se prepara religiosamente para viver aqui na terra e não consegue raciocinar direito quando se depara com grandes problemas e foge. Só então é que descobre que os problemas são para que nós nos exercitemos e aprendamos soluciona-los sem causar mau a ninguém nem a natureza. Porque cada vez que erramos somos obrigados em outras vidas, a nos depararmos denovo com eles, quantas vezes forem necessárias até conseguirmos resolve-los da forma correta. Mas quando fugimos do desafio da forma mais covarde que é, através do suicidio, ai a nossa pena dobra e somos nós mesmos que nos punimos por causa do sentimento de culpa a que nos lançamos. E ficamos sem condição psicologica de reencarnarmos de novo, até melhorarmos da nossa paranóia, da fraqueza mental em que nos atiramos e perdemos varias oportunidades de voltar para encararmos aquele problema que ainda está na nossa pauta esperando a nossa convalescença para soluciona-lo. Portanto, a receita para se matar, é não se matar! isso não fará bem a ninguém, muito menos a você.

Brasil, constituição e respeito.

Campanha do RIO contra a retirada dos royalt's do petroleo.preamilius.blogspot.com

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