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| Tudo que os fracos de caráter conseguem mesmo dizendo que vivem muito bem obrigado! |
O cidadão universal
divide responsabilidades não
as deixa para quem tiver vontade e coragem de fazer para depois se beneficiar
dos frutos da frondosa arvore que outros plantaram e cuidaram. O cidadão universal
não se compraz na barbárie, mas se personifica nos atos de justiça. O cidadão
universal expõe erros, mas não para se deliciar em apontar a falha dos outros
porque trás consigo sugestões para abrir diálogos e debates para que sempre se
tenha soluções coletivas saudáveis e eficazes. O cidadão universal não faz
distinção nem discrimina os que querem, lutam e se compraz na justiça por causa
de credo religioso, denominação, etnia, altura. Classe social, cultura, nacionalidade ou qualquer outro motivo que os torne em espaço, individual ou comunidade um “diferente”. É como uma comunidade feita de juízes, só que todos têm o mesmo objetivo e agem
sob as mesmas determinações e regras e seus vereditos apontam sempre para mesma sentença, a de justiça, nunca regem por predileções. Enquanto homens e mulheres tiverem uma opinião contrária por conta de vantagens pessoais
e predileções não pensando no bem comum o mundo sempre caminhará para a deficiência
disso, ou daquilo, pois nada será o bastante para todos porque sempre haverá os
que querem acumular um pouco mais para si. Demônios disfarçados de anjos dão
com uma mão e tiram com uma pá mecânica. Mas tudo se transforma no universo e
há transformadores para tudo. Felizes os que se transformam voluntariando-se a
compulsividade do bem a justiça. Infelizes os que se perpetuam na
compulsividade a injustiça porque atormentados nos desvios psicológicos seguiram um longo e cada vez mais alongado caminho até começar os sintomas das práticas da compulsividade do bem a justa causa.

