A estrada da vida é dividida por espaços
comentados em textos poéticos que se mostram tão autênticos em
estórias românticas quando olhamos sem enxergar. Estes espaços por muitas
vezes oferece atalho maravilhoso aos olhos de quem olha sem enxergar. No paraíso
desses espaços encontramos vertentes ainda mais suntuosas do que a própria
estrada aos olhos de quem olha sem enxergar. E dessa vertente sai passagem que
tem símbolos magníficos e tão deslumbrantes que trazem o desejo de tê-los e
protegê-los de todas as formas tornando-nos um soldado defensor desses
símbolos, quando olhamos para eles sem enxergar. No pequeno desvio que
encontramos na passagem que nos é oferecida pela vertente que está no atalho
dos espaços da estrada da vida nos dizendo ao final do caminho que não estamos
mais no caminho e devemos voltar. Temos que nos cuidar nos espaços para não nos
perdermos nos atalhos e pegarmos a vertente e entrarmos pela passagem e seguir
o desvio e ao chegarmos ao final descobrirmos que perdemos o caminho, porque a estrada
fica do lado lá. E viemos sem vida para o lado de cá. Só porque quando vimos o
espaço, olhamos para ele sem enxergar. Mas não é o fim! Agora cheios de
experiências tornemos ao desvio que nos leva a passagem que nos deixa na
vertente e é tão fácil o caminho que nos deixa na estrada da vida que agora
enxergamos ao olhar.
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