Não permitindo que o sistema criado por Deus siga
seu caminho natural o homem não contribuiria para a evolução das coisas. Mas
como a evolução natural é real, então, não consegue o homem impedir o
raciocínio divino em sua criação. Agora, vejamos o esforço tremendo do espírito
em desenvolvimento em tentar criar embaraços à trajetória natural das coisas.
Percebamos em quantas vezes dizemos: - Que se dane tudo, agora é tudo ou nada e, nos lançamos àquela tarefa impulsiva por desilusão, ódio, inveja, paixão ou por qualquer
outro motivo mesquinho em que nos enveredamos e achamos que vamos estragar
tudo. No entanto, só seguimos a teia da criação, fazemos tudo o quê estava
planejado, mas não nos esqueçamos que temos o livre arbítrio e podemos não
seguirmos o impulso que naquele momento pode ser um péssimo conselheiro e
raciocinarmos um pouco mais e mudarmos a nossa trajetória e o que deveria
acontecer naquele espaço de tempo irá acontecer por impulso de outros
espíritos não, pelo nosso por que o que deveria acontecer, vai acontecer, mas o espírito
racional participa das decisões do que acontece a seu redor enquanto os
irracionais são usados para que sejam realizados os eventos. Ai está à
diferença entre os espíritos do mundo, o espírito materialista confuso e o
cidadão universal. Os impulsivos agem conforme suas paixões enquanto que os
cidadãos ponderam, raciocinam ao máximo suas decisões e acaba por determinar
movimentos aos eventos que se desenrolam a sua volta. Esse é o verdadeiro postulante a seleta ordem do cidadão universal.
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Brasil, constituição e respeito.
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